Que Má-temática é esta de usarmos a nossa bela Língua Portuguesa para lamber palavras amargas que não são nossas, que não nos dizem nossas verdades a nós mesmos e, desgostosos, nos dividem? Palavras tais, que muitos sobre nós depois vomitam, constipados por falsas verdades, e outros, enojados não as engolem de maneira nenhuma (outros esses, talvez assim como nós, que aqui estamos beijando palavras amigas, outras!!).
As vezes, faço de conta que está tudo certo; tudo cem por cento. Busco um assento confortável e, com um chapeuzinho na mão me espreguiço sobre um til (Ora! Professor ainda é gente, tem que descansar ao menos um doze avos de uma hora por dia!) E assim seguindo...sigo inúmeros sinais que surgem no contexto...
Dividido entre as contas e a esperança, não me deixo diminuir por isto: reúno e somo minhas forças e, no conjunto desta conjuntura, multiplico um sorriso guardado por dois outros contidos que surgem nos cantos da boca, tendo o resultado de uma gargalhada. Uma larga gargalhada; talvez igual as que Dante tinha entre os dentes, nos seus felizes momentos da tristeza de sua " Divina Comédia".
Meu riso é frouxo, os opressores arrancaram e arrancam-me mil gargalhadas, outras vieram e outras vêm...
Meu riso é frouxo, os opressores arrancaram e arrancam-me mil gargalhadas, outras vieram e outras vêm...
Ah, meus nobres colegas! Concluindo: no fim das contas sem conclusão desta historinha sem ponto final, meu louco riso despojado falou-se ao ler as rimas do almanaque do contra-cheque. Do contra, contra mesmo!!!
...E assim foi, Kaká Kaká Kaká, eu rindo de(a) (in)verdade.
(Gol de Kaká, gol do Brasil!!!! Só podia mesmo ser por isto! Mas como, como se o jogo foi 0x0?
Como, eu não sei. Não me fale em comida, faz dois dias que eu não como!! Como assim?
Cala a boca Galvão!!!!!!!!)
Prof. Paulo P. Campos